sexta-feira, 29 de agosto de 2014

Como se joga e as principais regras do Futebol Americano - Parte 2


Uma coisa muito importante para se entender o futebol americano é saber qual afunção de cada jogador, saber o que um fullback ou um safety faz é de suma importância para se conhecer melhor o jogo. Um time de futebol americano é composto por 3 equipes: Offense (ataque), Defense(defesa) e Special Teams (times especiais). Vamos entender as posições de cada equipe e suas determinadas funções:

Offense:


Quarterback (QB) – É sempre uma das estrelas do time, ele é encarregado de distribuir passes e muitas vezes de chamar as jogadas no Huddle, é o cérebro por trás do Ataque.
Recebedores - São os jogadores responsáveis por receber os passes vindos do Quarterback, temos 2 posições nessa categoria: Receivers:

Wide-Receiver (WR) – Executam rotas infiltrando-se na defesa para receber passes e conquistar jardas para sua equipe, podem bloquear em casos de corrida.

Tight-End (TE) – Dependendo da jogada podem tanto receber passes como bloquear adversários alinhando perto da linha ofensiva para proteger seu Quarterback.
Running Backs (RB): Corredores.Responsáveis por carregar a bola através da defesa, também são aptos a receber passes e bloquear para proteger o Quarterback.

Halfback (HB) – São corredores agéis e muito rápidos, carregam a bola por terra recebendo handoffs.

Fullback (FB) – Um corredor mais forte e menos rápido que o Halfback, sai na frente abrindo caminho para o Halfback através de bloqueios feitos nos adversários, pode bloquear para seu Quarterback ou até mesmo carregar a bola consigo utilizando sua força para conquistar jardas.

Slotback (SB) – É uma mistura entre um receiver e um runnning back, seu alinhamento é perto da linha ofensiva bem atrás dos Offensive Tackles, bloqueiam e recebem.

Offensive Line (OL) - Linha ofensiva.Jogadores especialistas em bloqueio, são grandes, fortes e pesados, podem abrir gaps para os corredores e proteger o quarterback em situações de pocket.Na minha opinião são os jogadores mais importantes do time.

Center (C) – O líder da linha ofensiva, muitas vezes dita os bloqueios e estuda a linha defensiva, ele é quem começa a fazendo o snap.

Offensive Guard (OG) – São sempre dois e ficam posicionados um de cada lado do Center, são responsáveis por todos os jogadores que tentarem passar por aquele espaço da linha, seus principais adversários são os Defensive Tackles.

Offensive Tackle (OT) – Também são dois e ficam posicionados ao lado de cada Guard sendo cada um o responsável por sua extremidade da linha, o Offensive Tackle esquerdo é geralmente o jogador mais importante da linha ofensiva, pois se o Quarterback for destro (e a grande maioria é) ao fazer o movimento de passe ele gira o corpo e perde o campo de visão esquerdo, passando a não enxergar nada que vem dali e ficando extremamente vulnerável.

Defense:


Defensive Line (DL) - Linha defensiva.Alinham-se bem na frente da linha ofensiva travando uma verdadeira guerra de titãs a cada down.

Defensive Tackle (DT) – Jogam bem no centro da linha defensiva tendo como principal função fechar os gaps do centro para impedir corrida ou, se conseguirem passar pelos bloqueios da linha ofensiva, atacar o Quarterback fazendo um Sack.

Defensive End (DE) – Atuam nas extremidades da linha defensiva, seu principal objetivo é “sackar” o Quarterback e impedir qualquer possibilidade de corridas pelas laterais.
Linebackers (LB): Jogam logo atrás da linha defensiva e tem diversas funções dependendo da situação, atacam o Quarterback, “marcam” os receivers e param corridas “tackleando” os Running Backs.

Linebackers (LB) - Jogam logo atrás da linha defensiva e tem diversas funções dependendo da situação, atacam o Quarterback, “marcam” os receivers e param corridas “tackleando” os Running Backs.

Middle Linebacker (MLB) – Geralmente são os líderes da defesa, muitas vezes chamam as jogadas defensivas, efetuam Blitz no Quarterback, cobrem passes e derrubam Running Backs.

Outside Linebacker (OLB) – Podem ter diversas funções dependendo da formação e do estilo de jogo do time, no lado direito se chamam Right Outside Linebacker (ROLB) e na esquerda Left Outside Linebacker (LOLB).

Alguns times o definem de acordo com sua função:
Jogando no “strongside”(lado forte) são SLB ou no “weakside”(lado fraco) WLB.O SLB deve


Cornerback (CB) – Geralmente são 2 e cada um é responsável por cobrir os wide receivers. Cornerbacks devem tentar impedir os passes do Quarterback dando tapas na bola ou até mesmo fazendo uma interceptação, em situações de corrida eles devem parar o corredor tanto forçando-o a ir para o meio do campo e ser tackleado pelos linebackers, empurrando-o para fora do campo ou até mesmo derrubando-o sozinho.alinhar-se no mesmo lado do tight end e é responsável por “marcar” tanto o tight end como o running back em jogadas de passe.O WLB por sua vez alinha do lado oposto ao tight end na linha ofensiva e deve atacar o Quarterback ou cobrir o running back em jogadas de passe.
Defensive Backs (DB): Também conhecido como a “secundária” possuem como principal função cobrir os passes, precisam também ser capaz de efetuar tackles nos running backs que conseguirem passar pela linha defensiva e pelos linebackers, defensive backs jogam de Cornerback e Safety, em determinadas ocasiões pode-se também usar um tipo especial de DB; são eles Nickelback e Dimeback.

Safety (S) – São a última linha de defesa e geralmente ajudam os corners a cobrir passes em profundidade.
Há dois tipos de safety:

Strong Safety (SS) – É o maior e mais forte dos dois, seu peso e força extra garantem uma proteção a mais contra corridas ao se posicionarem no strongside do campo (o lado do tight end).

Free Safety (FS) – Menor e mais rápido, sempre é o jogador a ficar mais longe da linha de scrimmage ajudando a cobrir os passes em profundidade.
Dimeback e Nickelback – Raramente são usados, são chamados quando um time quer uma melhor cobertura no passe pondo-os no lugar de algum DL ou LB.

Special Teams:


É a equipe que entra em campo durante as jogadas que envolvem chute, jogadores do ataque ou da defesa também podem jogar nos special teams e executam funções similares as de sua posição original.

Kicker (k) – O chutador.Responsável por marcar os field goals e os extra points, a bola deve estar no solo durante o momento do chute.

Punter (P) – O punt requer que o jogador solte a bola das mãos e chute ela ainda no ar, normalmente o punt é executado na quarta descida.

Holder (H) – Segura a bola no chão para que o kicker possa chutar, pode ser o quarterback do time ou até mesmo o punter.

Long Snapper(LS) – Um tipo de center especializado em passar a bola diretamente nas mãos do holder ou do punter.



Punt returner (PR) e Kick returner (KR) – Retornadores que são responsáveis por receber as bolas chutadas e tentar correr de volta com ela diminuindo o máximo possível a distância para seu ataque pontuar.

Gunner – Um jogador que em situações de kickoffs e punts é especializado em correr atravessando o campo o mais rápido que puder e derrubar o PR ou o KR sem que o mesmo avance muito, geralmente se posicionam próximos as linhas laterais onde tem menor quantidade de bloqueadores.

Upback – Um bloqueador cuja principal função é proteger o punter em situações de punt, pode também receber a bola no lugar do punter em fake punts.

Confira a segunda parte - Clique aqui
Confira a terceira parte - Clique aqui (Em breve)


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Por luc
Texto de: Futebol-Americano

terça-feira, 29 de julho de 2014

O "excelente" mergulho no jogo pela Chinese FA Cup

Muitos jogadores simulam lances em que ficamos abismado de como os juízes caiam facilmente, porém no jogo entre Tigres Yanbi FC x Shangai Shenhua pela Taça Chinesa (vitória do Shangai por 2x1) podemos encontrar o "mestre" dos jogadores cai-cai. O lance de destaque foi no pênalti, para saber mais, só assistir o vídeo...










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Por Patryck Leal
Texto de: FC Gols


sexta-feira, 25 de julho de 2014

Seleção da Copa do Mundo 2014


A Copa que começou com muitos erros de arbitragens, terminou com bombas e gás de pimenta. O que uma coisa tem a ver com a outra? Esportivamente, nada. Ideologicamente, tudo. A luta por justiça foi reprimida pelas ações truculentas policiais, indiferentes às dores e aos sofrimentos da população. O que se reivindicava nas ruas não eram melhores árbitros no jogo, mas melhores ações na política. Não fomos atendidos. Pior: a situação social brasileira consegue ser mais grave que a do apito da FIFA. A quem recorrer se insensíveis estão no poder? Para onde correr quando é a polícia que vem lhe bater?


Vamos fugir e falar de futebol.

1 - Parabéns à Alemanha. Pela atuação dentro de campo, confirmando o que já havia sido mostrado na Copa do Mundo 2010, na África do Sul. Pela postura fora de campo, me apresentando uma face que jamais imaginaria de jogadores profissionais ditos de uma "cultura fria": o calor humano e a interação com a população brasileira foram memoráveis. Doaram terreno do centro de treinamento para uma escola. Doaram euros para uma comunidade indigenista. Se doaram a qualquer um que os abordasse. Campeã em todos os sentidos.

2 - Holanda ao extremo. Depois do vice-campeonato em 2010 e da queda na fase de grupos na Euro passada, os holandeses vieram ao Brasil sob desconfiança. Como são inocentes esses profissionais da imprensa! Apegados a resultados, se negam a enxergar o talento e a capacidade de uma seleção comandada por um técnico experiente e com jogadores como Robben, Sneijder e Van Persie. Dos três, Robben se destacou. Aliás, dos 23 x 32 = 736, Robben se destacou. E a Laranja funcionou de tal maneira que ninguém conseguiu derrotá-la. A Espanha levou 5x1 e o Brasil tomou 3x0. Guus Hiddink herdará de Louis van Gaal um grupo rejuvenescido e com grande maturidade tática. Honroso terceiro lugar e invencibilidade que não permite negar o belo Mundial que fizeram em 2014.


3 - Argentina! Uma exclamação para a seleção que mais proporcionou o clima de Copa do Mundo no Brasil. Com uma torcida que festeja nas arquibancadas e nas ruas, os argentinos têm muito a comemorar pelas quatro semanas que viveram no Mundial no país vizinho (e eu por tê-los visto de perto). O vice-campeonato veio graças a uma equipe bem montada e altamente disciplinada taticamente, que mostrou sinergia entre os jogadores e o técnico Alejandro Sabella. Lionel Messi decidiu em todos os três jogos na fase de grupos. E, nos confrontos eliminatórios, apareceu bem. Foi um dos melhores em campo na final no Maracanã. Faltou o título, mas não o reconhecimento: tome Bola de Ouro, gênio! Mascherano e Zabaleta também precisam ser lembrados nessa campanha maiúscula. Eles dois, conjuntamente aos seus companheiros, derrubaram a falácia de que a defesa da equipe não inspira confiança. Eu confio mais, muito mais na defesa argentina do que na mídia brasileira.

4 - Colômbia de Pekerman e Rodríguez. A tática casou com o talento. E os colombianos tiveram, no Brasil, seu melhor desempenho em Mundiais na história do país. James Rodríguez foi um dos melhores na Copa. José Pekerman conseguiu dar leveza e velocidade a um time que apresentou a maior vocação ofensiva de todos os 32. Apanhou muito dos brasileiros, e ironicamente apontam Zúñiga como "violento". Minha defesa ao jogador, que foi infeliz mas jamais desleal em seu lance com Neymar. Acidente à parte, a Colômbia mostrou-se forte mesmo sem Falcao García. E por muito pouco não eliminou o Brasil, em jogo decidido na bola parada e que poderia ter outros contornos se o cartão vermelho fosse mostrado ao goleiro que impediu lance de gol faltosamente. Foi um prazer assistí-los tanto no Mané Garrincha quanto no Maracanã.

5 - Bélgica. Tá aí uma seleção que correspondeu às expectativas. Se não conseguiu jogar o seu melhor futebol em todos os cinco jogos, pelo menos mostrou o potencial uma ou duas vezes e teve uma atuação memorável nas oitavas, diante dos Estados Unidos. Naquela partida, o goleiro Tim Howard evitou o que poderia ter sido uma goleada do nível Alemanha-Brasil. Parabéns para Marc Wilmots por privilegiar o talento em suas escalações e confiar nas suas convicções. 


6 - Transformação suíça. Se houve uma seleção que evoluiu taticamente de 2010 para cá, essa foi a Suíça. Ottmar Hitzfeld se aposenta com a cabeça erguida, conseguindo montar uma equipe que não tem medo de ser feliz. Inler (que parece ainda melhor jogador quando visto da arquibancada) é o motor de toda a engrenagem. E o time funciona porque as peças procuram o ataque. Shaqiri, com excepcionais apresentações diante de Honduras (três gols) e Argentina (muito futebol), quase ajudou a levar a equipe além das oitavas. Aquela bola de Dzemaili na trave no finalzinho na prorrogação será lembrada por alguns meses. E aquela retranca de 2010, se Deus quiser, esquecida de vez.

7 - Respeito à Espanha. A Espanha caiu após encontrar dois grandes adversários logo nas duas primeiras rodadas. Fez um ótimo primeiro tempo na estréia, mas foi engolida após o intervalo. No terceiro jogo, já eliminada, jogou belíssimo futebol. E a Espanha é isso: um belíssimo futebol. E a mídia, movida pelo resultado, não esqueceu as recentes conquistas espanholas - ninguém ousou chamá-la de "amarelona" ou mandar aquela de "fragilidade emocional". O respeito veio na marra e a Espanha conseguiu ser eliminada "em paz".


8 - Sensacional Costa Rica. Única seleção na história das Copas a enfrentar três campeãs mundiais na fase de grupos. Resultado: duas vitórias, um empate e liderança incontestável. Na seqüência, empates com Grécia e Holanda. Avançou e caiu nos pênaltis. Com o goleiraço Keylor Navas, os ótimos meias Bryan Ruiz e Cristian Bolaños e o interessante centroavante Joel Campbell, os costarricenses fizeram bonito no Brasil. Meus aplausos ao treinador colombiano Jorge Pinto. Para quem não viu, recomendo que assistam vídeos gravados na Costa Rica sobre a classificação da seleção diante dos gregos para ter uma noção da dimensão do feito conquistado em 2014. Campanha histórica.

9 - África, Ásia, Oceania. Desses continentes, somente avançaram às oitavas Nigéria e Argélia, ambas africanas. E se por um lado os nigerianos mostraram algumas qualidades (principalmente o goleiro Enyeama), quero nesse tópico exaltar os argelinos. Que Copa! Pra servir de inspiração ao resto do continente e do mundo! Jogaram de igual para igual com a Bélgica, com a Rússia e, acredite, com a Alemanha! Superaram a Coréia do Sul com relativa autoridade. E, não bastasse tudo o que conseguiram dentro de campo, ainda deram uma lição fora dele: doaram o dinheiro recebido como premiação para pessoas na Faixa de Gaza. Superação no gramado e exemplo de cidadania. Os comandados do bósnio Vahid Halihodzic honraram algo maior que a camisa: a condição de seres humanos. A calorosa recepção no retorno à capital Argel mostra que, felizmente, muitos argelinos pensam parecido.

10 - Recurso eletrônico. A implementação da tecnologia de linha do gol foi utilizada e, no meu entendimento sobretudo quanto ao jogo entre França e Honduras, requer melhorias. Não fui convencido de que aquela bola chutada por Benzema, rebatida pela trave esquerda e desviada por Valladares tenha ultrapassado completamente a linha final. Talvez o chip tenha atravessado a faixa completamente, mas a bola... De toda maneira, cabe observarmos que há muito mais dúvidas com relação à linha de impedimento do que qualquer outra linha real ou imaginária. Nesse sentido, ainda estamos reféns de árbitros e auxiliares. Que, nessa Copa, até que se saíram razoavelmente bem, embora com diversos erros enumeráveis (que a tecnologia ajudaria e eliminar ou pelo menos reduzir consideravelmente). Cabe frisar: o recurso eletrônico viria pura e simplesmente para ajudar. E não será preciso inventar nada: basta usar o mesmo material que possibilita, por exemplo, identificar uma mordida do Suárez no Chiellini que passa despercebida na correria do jogo.

11 - A diferença entre rivalidade e xenofobia. Simples: quando você transforma um adversário em inimigo e o condena pela sua nacionalidade, você atravessou a fronteira da paixão com a patologia. Brasileiros precisam ouvir menos Galvão Bueno e visitar mais Buenos Aires. 


12 - Arquibrancadas. Uma Copa sensacional dentro de campo, com boa média de gols, grandes atuações de vários goleiros e muitas cenas e jogos para lembrarmos com carinho. Estádios quase sempre perto da lotação. Só que, infelizmente, longe de retratar o país miscigenado e apaixonado por futebol que é o Brasil. Público quase exclusivamente branco, que fica ora sentado, ora xingando. Sempre bebendo. Se isso é o "padrão FIFA", precisamos sair dessa embriaguez, colocar a mão na consciência e passar a exigir um rumo diferente para a nação em geral e o futebol em particular. Prometo, a partir de então, me esforçar para cantar aquela canção que coloca brasileiro e orgulho na mesma frase.

Vamos à seleção da Copa do Mundo 2014. Da mesma maneira que fizemos na Copa passada (veja aqui o tópico com a seleção de 2010), o critério é o de número de presenças como titular ou suplente nas seleções de cada rodada da Copa. Quando no caso de grande proximidade entre dois ou mais atletas da mesma posição, vantagem para aquele que teve maior regularidade.


Titulares:

Goleiro: Keylor Navas (Costa Rica)
Lateral direito: Pablo Zabaleta (Argentina)
Zagueiro: Ron Vlaar (Holanda)
Zagueiro: Mats Hummels (Alemanha)
Defensor esquerdo: Rafa Márquez (México)
Volante: Javier Mascherano (Argentina)
Volante: Bastian Schweinsteiger (Alemanha)
Meia: Lionel Messi (Argentina)
Meia: James Rodríguez (Colômbia)
Meia: Arjen Robben (Holanda)
Atacante: Karim Benzema (França)
Técnico: Louis van Gaal (Holanda)

Suplentes:

Goleiro: Tim Howard (Estados Unidos)
Lateral direito: Philipp Lahm (Alemanha)
Zagueiro: Gary Medel (Chile)
Zagueiro: Mario Yepes (Colômbia)
Lateral esquerdo: Daley Blind (Holanda)
Volante: Gökhan Inler (Suíça)
Volante: Marouane Fellaini (Bélgica)
Meia: Thomas Müller (Alemanha)
Meia: Clint Dempsey (Estados Unidos)
Meia: Ivan Perisic (Croácia)
Atacante: Gonzalo Higuaín (Argentina)
Técnico: Marc Wilmots (Bélgica)

Menção honrosa: Manuel Neuer, Jérôme Boateng, Sami Khedira, Toni Kroos, Mesut Özil, André Schürrle, Miroslav Klose, Mario Götze e Joachim Löw (Alemanha), Sergio Romero, Martín Demichelis, Ezequiel Garay, Marcos Rojo, José María Basanta, Lucas Biglia, Enzo Pérez, Ezequiel Lavezzi, Ángel di María e Alejandro Sabella (Argentina), Jasper Cillessen, Tim Krul, Daryl Janmaat, Stefan de Vrij, Bruno Martins Indi, Dirk Kuyt, Georginio Wijnaldum e Robin van Persie (Holanda), David Luiz, Luiz Gustavo, Oscar e Neymar (Brasil), David Ospina, Cristian Zapata, Pablo Armero, Camilo Zúñiga, Juan Cuadrado e José Pekerman (Colômbia), Thibaut Courtois, Vincent Kompany, Jan Vertonghen, Kevin de Bruyne, Dries Mertens e Divock Origi (Bélgica), Blaise Matuidi, Paul Pogba, Mathieu Valbuena, Antoine Griezmann e Didier Deschamps (França), Geancarlo González, Yeltsin Tejeda, Cristian Bolaños, Bryan Ruíz, Joel Campbell e Jorge Pinto (Costa Rica), Claudio Bravo, Alexis Sánchez e Jorge Sampaoli (Chile), Guillermo Ochoa, Carlos Salcido e Andrés Guardado (México), Diego Benaglio, Stephan Lichtsteiner, Ricardo Rodríguez, Xherdan Shaqiri e Ottmar Hitzfeld (Suíça), Fernando Muslera, Diego Godín, Cristian Rodríguez e Luis Suárez (Uruguai), Vassilis Torosidis, Sokratis Papastathopoulos, Giorgios Karagounis e Georgios Samaras (Grécia), Rais M'Bolhi, Rafik Halliche, Djamel Mesbah, Sofiane Feghouli, Islam Slimani e Vahid Halihodzic (Argélia), Damarcus Beasley, Jermaine Jones, Michael Bradley e Kyle Beckerman (Estados Unidos),Vincent Enyeama, Ahmed Musa e Emmanuel Emenike (Nigéria), Alexander Domínguez, Christian Noboa e Enner Valencia (Equador), Stipe Pletikosa, Darijo Srna, Ivan Rakitic e Mario Mandzukic (Croácia), Sead Kolasinac (Bósnia & Herzegovina), Didier Zokora, Serey Die e Gervinho (Costa do Marfim), Giorgio Chiellini e Andrea Pirlo (Itália), Jordi Alba, Andrés Iniesta, David Villa e Vicente del Bosque (Espanha), Sergei Ignashevich (Rússia), Sulley Ali Muntari, André Ayew e James Appiah (Gana), Gary Cahill, Leighton Baines, Daniel Sturridge e Roy Hodgson (Inglaterra), Son Heung-Min (Coréia do Sul), Reza Haghighi (Irã), Atsuto Uchida e Keisuke Honda (Japão), Tim Cahill (Austrália), Noel Valladares, Roger Espinoza e Marvin Chávez (Honduras) e Stéphane M'Bia (Camarões).

Destaque:


Se o fato de não decidir por um jogador apenas quer dizer que o blogueiro ficou "em cima do muro", então podem me considerar no ápice da divisória entre paredes. Vou citar apenas dois nomes nessa grande Copa, de dois jogadores que fizeram sete boas partidas no Mundial. Em algumas delas, foram muito bem. Em outras, simplesmente decidiram a partida na base do talento. São eles: Lionel Messi, vice-campeão com a Argentina, e Arjen Robben, terceiro colocado com a Holanda.

Na fase de grupos, Messi foi responsável direto em todas as três vitórias da seleção (sobre Bósnia & Herzegovina, Irã e Nigéria). Atuações que chamavam para si a responsabilidade e empolgavam pela eficiência. Enquanto isso, Robben ia com todo o gás passando por cima de qualquer sistema defensivo, como ocorreu diante de Espanha, Austrália e Chile.

Nos confrontos eliminatórios, Messi deu a assistência para o gol de Di María, o da classificação diante da Suíça, nos últimos minutos na prorrogação. Também nas oitavas, Robben jogou demais e sofreu o pênalti que foi convertido por Huntelaar, virando a partida diante do México nos acréscimos. Já nas quartas, vi Messi fazer magia a alguns metros de distância, coisa que jamais quero esquecer. Obrigado, gênio, pela atuação. Obrigado, Deus, pela graça. Que bom ter estado em Argentina e Bélgica! Messi participou do lance do gol de Higuaín e quase marcou o dele no segundo tempo. Mais tarde, Robben daria uma canseira em toda a defesa da Costa Rica. Mas, para fazer gol naquele goleiro Navas, só na disputa por pênaltis. Robben converteu o dele, Krul defendeu duas e a Holanda avançou. Nas semis, o encontro: Messi de um lado, Robben de outro. Partida equilibrada, decisão por pênaltis e classificação argentina, com as duas feras convertendo suas respectivas cobranças.

Na disputa de terceiro lugar, Robben sofreu falta de expulsão (que se transformou em pênalti de amarelo) e com três minutos a Holanda já vencia o jogo diante do Brasil. Foi, como de hábito, dificílimo acompanhar o ágil e hábil ponta holandês.


Na disputa de título, Messi jogou muita bola. Foi um dos melhores em campo, talvez o melhor. Mas, em suas grandes jogadas individuais que mais levaram perigo, não conseguiu mandar no gol. E quiseram os deuses do futebol que as maiores chances caíssem para Higuaín e Palacio. São ótimos, mas não são Messi. E a Argentina ficou no quase diante da Alemanha. Parabéns a ambos pelas excelentes performances e que bom podemos vê-los da primeira rodada até o sétimo e último compromisso!

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Por Soham
Texto de: Jogada d(E)feito

sábado, 19 de julho de 2014

Memes da Copa do Mundo 2014


Fala galera! Em um post especial sobre a Copa do Mundo, colocamos algumas tirinhas, algumas inventadas por nós e outras tiradas da Internet, sobre fatos engraçados da Copa do Mundo. Também temos vídeos relacionados com a maior competição de Futebol do Mundo. Caso você tenham uma ideia ou visto alguma diferente, mande pelo comentário. Confira as tirinhas e os vídeos logo abaixo!


 





 
 




 





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Por Patryck Leal
Texto de: FC Gols

segunda-feira, 14 de julho de 2014

Alemanha vence a Argentina na prorrogação, em partida equilibrada, e conquista o Tetracampeonato Mundial


Uma grande partida, mais equilibrada do que muitos pensavam. De um lado, a Alemanha, com seu grande time fruto de anos de trabalho e que goleou o Brasil, do outro, a Argentina, que vinha passando mais na garra do que na técnica, com um fora de série, e que contava com um dos melhores jogadores do Mundo, Lionel Messi. Porém, na noite deste Domingo, a constelação alemã brilhou mais, e com um gol na prorrogação, feito por Götze, que havia saído do banco, a Alemanha conquistou seu Tetracampeonato Mundial após 24 (assim como Brasil, tri em 1970 e tetra em 1994 e Itália, tri em 1982 e tetra em 2006).

O jogo foi equilibrado, e a Argentina jogou como o Brasil deveria jogar. No post de prévia, disse que a Alemanha, contra Seleções grandes, jogou muito bem, enquanto contra Seleções de menor porte, passou considerável sufoco, inclusive empatando dois jogos (2x2 contra Gana e 0x0, 2x1 na prorrogação, contra a Argélia). E foi como Seleção pequena que a Argentina jogou, marcando a partir do meio de campo, apostando no contra-ataque, diminuindo os espaços impedindo que a Seleção Alemã tivesse liberdade de criar no ataque, o resultado disso foi a falta de jogadas de grande perigo da Alemanha, pelo contrário, foi a Argentina que assustou mais no início do jogo, tendo até um gol bem anulado de Higuaín, que estava impedido. Com a entrada de Schürrle (no lugar de Kramer que saiu após pancada na cabeça) a Argentina ganhou mais espaço, porém a Alemanha também se tornou mais perigosa, e no fim do Primeiro tempo mandou uma bola na trave com Höwedes após escanteio.


Na segunda etapa, a Alemanha teve maior controle, devido também ao desgaste físico da Argentina, que vinha de prorrogação e pênaltis contra a Holanda, enquanto a Alemanha vinha da vitória tranquila de 7x1 sobre o Brasil. Com lances mais incisivos, a Alemanha chegava com mais perigo, porém mesmo assim a defesa da Argentina, muito criticada antes da Copa, se manteve firme na proposta e não se abalou, e nos desarmes, proporcionou contra-ataque perigosos para sua Seleção. Aí devemos destacar o zagueiro Boateng, que fez cortes cirúrgicos e impediu contra-ataque fatais onde a Argentina sairia dois contra dois, ou algo parecido, tendo grandes chances de marcar. Terminado o jogo, a partida foi para a prorrogação.


Mais 30 minutos, de emoção, e novamente uma Alemanha mais perigosa. Porém, assim como foi no jogo, a Argentina apostava nos contra-ataque e chegava com muito perigo, e teve uma chance claríssima com Palacios. Neuer, mostrou neste jogo e nesta Copa, que goleiro não fica só debaixo das traves, e jogando como líbero, foi fundamental na engrenagem Alemã. Até que na segunda etapa, Götze, que substitui o recordista Klose, fez sua estrela brilhar e num gol parecido com o de Iniesta em 2010, só que do lado ao contrário, após receber passe de Schürlle, que também começou no banco, marcou o gol, não só da vitória, mas do título da Alemanha. Saiu do banco, e entrou para a história do Futebol Alemão.

Nas premiações individuais, Neuer levou a luva de ouro, ganhando de fortes concorrentes, como Ochoa, do México, e Navas da Costa Rica. A Bola de Ouro ficou com Messi, que fez bom jogo, criando jogadas perigosas com seus passes, porém não o suficiente para superar a zaga Alemã que foi boa, não excelente, apresentando falhas. A Bola de Prata ficou Müller e a de Bronze com Robben, na minha opinião, o holandês é que merecia a Bola de Ouro. James Rodríguez foi o artilheiro e ganhou a chuteira de Ouro, Müller a de prata e Neymar a de bronze, pelos 4 gols e menos partidas jogadas como critério de desempate.


Assim termina a Copa de 2014, com uma Alemanha gigante e tetracampeã (superando nesta Copa o Brasil em vários critérios), com uma Argentina guerreira que lutou até o final, e o Brasil, mostrando claros sinais de decadência e de uma necessária reformulação, mesmo com o quarto lugar. Além claro, vale destacar outros aspectos como a evolução do Futebol Sul-Americano e da surpresa Costa Rica. Enfim a Copa do Mundo no Brasil 2014, a Copa das Copas (como é o slogan) terminou. Agora que venha Rússia 2018!

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Por Patryck Leal
Texto de: FC Gols

sábado, 12 de julho de 2014

Na disputa pelo terceiro lugar, Brasil sofre outra goleada, dessa vez para a Holanda, e termina em quarto lugar na Copa

 

Despedindo-se da Copa, Holanda e Brasil fizeram o jogo da disputa pelo terceiro lugar no Estádio Nacional em Brasília. No jogo que poderia apagar o vexame do 7x1, a Seleção Brasileira acabou levando outra goleada, dessa vez por menos, 3x0, para a Holanda, e ficou somente no quarto lugar. Os gols do jogo foram marcados por Van Persie, Blind e Wijnaldum, sendo o primeiro em um pênalti (que na verdade foi fora da área) e o segundo em impedimento.

O Brasil dominou o jogo, muito mais porque a Holanda que deixou que isso ocorresse, colocando o pé no freio depois dos dois primeiros gols, porém, não criou chances de grande perigo, mostrando uma ineficiência ofensiva, assim como no jogo contra a Alemanha. Aliado a isso, a defesa novamente fez uma partida ruim e abusou das falhas, dando espaço para os Holandeses. O resultado disso foram os três gols tomados e uma despedida ruim do Brasil em Copas, com a segunda maior goleada sofrida pela Seleção em Copas, ao lado do 3x0 para a França de 1998. Além disso, Júlio César termina como o goleiro mais vazado em Copas, em 12 partidas, sofrendo 18 gols, em 2006 (não atuou), 2010 e 2014.


Neste jogo, a Holanda, que fez uma excelente Copa, venceu o Brasil, que aos trancos e barrancos chegou a semifinal, e que quando enfrentou Seleções de ponta, acabou levando duas goleadas, sendo essa menos destrutiva pelos gols, e pelos erros da arbitragem. O que a Seleção e o futebol brasileiro precisam é de reformulação. Nesta Copa, abusamos dos lançamentos diretos, da persistência em deixar o Fred, sendo que o Jô procura mais o jogo que o primeiro, e também da Neymardependência, e a soma disso resultou nesses dois resultados. Agora é usar o passado não como condenação, mas sim como lição para o próximo ciclo, pensando em Copa América, e Eliminatórias, as quais serão muito mais difíceis nesse ciclo, e a Copa comprova isso. Resta parabenizar a Holanda que fez uma excelente Copa e que mesmo em terceiro, terminou a Copa invicta, pela primeira vez em sua história.

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Por Patryck Leal
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sexta-feira, 11 de julho de 2014

Análise e números sobre a grande final da Copa entre Argentina x Alemanha; Breve análise sobre Brasil x Holanda

 

Domingo será o grande dia em que conheceremos a grande campeã da Copa do Mundo no Brasil. Neste post, colocarei alguns números sobre o duelo entre Alemanha x Argentina, confronto que mais se repitiu em finais, e também darei uma análise sobre este jogo e também sobre a disputa de terceiro lugar entre Brasil x Holanda.

A Alemanha é a melhor Seleção atualmente, e não é de agora que venho dizendo isso (um post falei até que era o país do futebol hoje), e leva um pouco de favoritismo, devido também ao massacre contra o Brasil. Uma equipe com grandes jogadores, que possui um entrosamento incrível, graças ao tempo que vem jogando juntos e também devido a base da Seleção ser o Bayern de Munique. Do outro lado, a Argentina, que começou capengando, fazendo jogos ruins contra adversários ruins, mas que chegou a final, contando principalmente com Messi, que poderá fazer a diferença, e agora com Di Maria, que voltou após não jogar a semifinal por conta de lesão.


Neste jogo, a Argentina deverá ter a mesma postura que teve no jogo da Holanda, não ir para cima de qualquer jeito e ter uma forte marcação, principalmente no meio campo, preenchendo os espaços. Numa entrevista, Müller disse que nunca tinha tanto espaço para jogar quanto teve no jogo do Brasil, e é justamente estes espaços que a Argentina deve ocupar, podendo até mesmo, jogar pelo contra-ataque. Já a Alemanha, deve impor seu estilo de jogo, e fazer o que vem fazendo até agora na Copa, marcação pressão e jogo coletivo. Uma curiosidade que vi neste time é que contra Seleções grandes (Portugal, França e Brasil) a Alemanha passou com facilidade, porém contra Seleções menores (Gana, Argélia, Estados Unidos) passou sufoco, chegando a empatar contra os dois primeiros. Talvez a alternativa para a Argentina seja jogar como time pequeno e buscar os contra-ataques, sendo que aí, poderá sair cara a cara com Neuer, que joga como um Líbero, e caso seja o Messi que saia assim, aí as chances de gols são enormes.

Como dito anteriormente, este é o confronto que mais se repetiu em finais de Copas, esta é a terceira. Abaixo, nesta imagem do globoesporte.com, você confere os números deste duelo:


Já sobre a disputa de terceiro lugar, a Holanda vem fazendo pouco caso, porém mesmo assim a Laranja Mecânica é favorita e conta com um jogador que desequilibra, Robben, por onde começa as principais jogadas de perigo da Holanda, pelas laterais, um dos pontos fracos do Brasil. Nos treinamentos, Felipão colocou mais meio campistas, o que deve fazer no jogo, ocupando os espaços e podendo jogar no contra-ataque com Ramires e Willian. Neste jogo, torço para o Brasil, mas acho que vai dar Holanda. Para muitos, não vale nada, mas para outros, é terminar a Copa de 2014 com honra. Para a Holanda, terminar a Copa invicta, para o Brasil amenizar um pouco o que foi a semifinal. Lembrando que dos 4 jogos entre essas Seleções, duas vezes a Holanda eliminou o Brasil (1974 e 2010) e duas vezes o Brasil eliminou a Holanda (1994 e 1998). Torcemos para que amanhã o Brasil desempate este confronto!


São os dois últimos capítulos desta Copa de 2014, que serão escritos Sábado e Domingo, sendo o último o mais importante, consagrando uma novo tricampeã, no caso da Argentina, ou uma nova tetracampeã, no caso da Alemanha. A Copa do Mundo no Brasil está chegando ao fim!

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Por Patryck Leal
Texto de: FC Gols

quinta-feira, 10 de julho de 2014

Em jogo equilibrado, Argentina vence a Holanda nos pênaltis e jogará a final da Copa do Mundo depois de 24 anos


Um jogo estudado. De um lado a Holanda, com o melhor ataque da competição até essa fase, do outro, a Argentina, que voltava a uma semi-final depois de 24 anos. Mas apenas uma delas avançaria para a final, e a decisão foi para os pênaltis, onde Romero brilhou garantindo a vaga para a Argentina.

Foi um jogo sem grandes lances, houve um respeito muito grande. A Holanda, que geralmente jogava em contra-ataque mortais, se viu improdutiva com a posse de bola, e com o seu melhor jogador nessa Copa, Robben, inofensivo, diante a marcação Argentina. Já os Hermanos, sem Di Maria, e com Messi também anulado, conseguia chegar com mais perigo ao gol Holandês em jogadas rápidas. No segundo tempo, a mesma coisa se repetiu, porém no finzinho do jogo, a Holanda imprimiu uma grande pressão, assim como fez contra o México e Costa Rica, porém não conseguiu fazer o gol.


A partida foi para a prorrogação, porém, as duas equipes respeitando demais uma a outra, não arriscava, e ambas esperaram a disputa por pênaltis. Desta vez, o terceiro goleiro Holandês, Krull, não entrou para na disputa de pênaltis (ele defendeu dois na disputa contra a Costa Rica), ficando então o goleiro titular Cilessen. Mas quem brilhou mesmo foi Romero, que defendeu dois pênaltis, de Vlaar e Senidjer, e garantiu a vaga para a Argentina, que não perdeu nenhum pênalti, sendo o último marcado por Rodríguez. Detalhe, Romero é reserva no Monaco (muitos criticaram Júlio César por jogar pouco no Toronto). Talvez se os Holandeses tivessem batido os pênaltis ruins assim contra a Costa Rica, nem estariam nesta fase. Agora resta a Argentina festejar e se concentrar para a grande final!

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Por Patryck Leal
Texto de: FC Gols